sábado, 9 de julho de 2011

Eu, você-eu


“me tira a parte mais pura e leve que desconheço de mim mesmo, como se fosse uma pólvora que cede à fumaça seu tiro”
(WM)

                         De um amor real, para um amor surreal

Um amor que nos tira de nós mesmos. Um amor que nos faz não ter medo do desconhecido pela primeira vez. Um amor que sempre deveria existir, em favor da descoberta diária.

ETA!!!

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