“[...] Não poderia ser uma ausência em minha vida. Primeiro, porque as pessoas que amamos nunca nos fogem, salvo sem o consentimento de nossa alma. Depois, porque a ausência sempre deixa os rastros necessários para que nunca percamos de vista a outra pessoa” (WM)
Ultimamente estamos passando a semana sem se ver. Até ai é normal. Nos encontramos no sábado e curtimos o fim de semana juntos. Temos objetivos e funções diferentes a cumprir durante a semana. Trabalho, estudo, grupo, amigos e família. Tudo pede nossa atenção.
Mas será que o coração consegue distinguir? Consegue não sentir falta do outro? Não requer atenção?
Quinta-feira percebi que não. Em um cruzamento no centro da cidade nos encontramos. Ele estava de moto e eu também. Passamos um pelo outro. Foi como se estivéssemos tão perto e tão longe. Senti sua falta. Extrema falta! O coração deu um grito. Estou com saudade! A emoção foi mais forte. Se pudesse tinha descido da moto e parado o trânsito só para senti-lo. Senti falta de senti-lo.
Nesse momento pude refletir o quanto o mundo é cruel com os apaixonados. Estamos tão atarefados que esquecemos de sentir. Mas fazer o que? Nada vai mudar, apenas vai continuar.
ETA!!!!
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